| Brasão | Bandeira |
Vista geral de Viseu |
|
| Gentílico | Viseense |
| Área | 507,10 km² |
| População | 98 167 hab. (2006) |
| Densidade populacional | 195 hab./km² |
| N.º de freguesias | 34 |
| Fundação do município (ou foral) |
1123 (foral) |
| Região | Centro |
| Sub-região | Dão-Lafões |
| Distrito | Viseu |
| Antiga província | Beira Alta |
| Orago | orago maior: N. Sra. da Assunção orago menor: São Teotónio |
| Feriado municipal | 21 de Setembro |
| Código postal | 3514 Viseu |
| Endereço dos Paços do Concelho |
Praça da República 3514-501 Viseu |
| Sítio oficial | www.cm-viseu.pt |
| Endereço de correio electrónico |
apoiomunicipe@cm-viseu.pt |
| Municípios de Portugal |
|
Viseu é uma cidade portuguesa[1], capital do Distrito de Viseu, na região Centro e subregião de Dão-Lafões, com 47 250 habitantes[2] (68.000 no perímetro urbano).carece de fontes
É sede de um município com 507,10 km² de área[3], com 34 freguesias e 98 167 habitantes segundo os últimos dados do INE de 2006. O município é limitado a norte pelo município de Castro Daire, a nordeste por Vila Nova de Paiva, a leste por Sátão e Penalva do Castelo, a sueste por Mangualde e Nelas, a sul por Carregal do Sal, a sudoeste por Tondela, a oeste por Vouzela e a noroeste por São Pedro do Sul.
Para além de sede de distrito e de concelho, Viseu é igualmente sede de Diocese e de Comarca. Alberga inúmeros serviços estatais.
Segundo um estudo da DECO de 2007, Viseu é a melhor cidade, entre as 76 do estudo, para se viver em Portugal[4].
editar Símbolos e etimologia
Segundo a lenda da cidade, em pleno processo de Reconquista, um membro de um grupo de guerreiros chegado à cidade pelo lado oriental, onde se intersectam os rios Pavia e Dão, perguntou: «Que viso (vejo) eu?». Desta pergunta, nasceria o nome da cidade.
No entanto, entre os anos 712 e 1057, intervalo da ocupação árabe, Viseu era conhecida por Castro Vesense — Vesi significada "visigodo".
Outra lenda, mais verossímil e referida no brasão da cidade, sugere que teria vivido na região um rei de nome D. Ramiro II (provavelmente Ramiro II de Leão) que, em viagem para outras terras, conheceu Sara, a irmã de Alboazar, rei do castelo de Gaia, por quem se apaixonou. Tal foi a paixão que se apoderou do rei, que este raptou Sara. Ao saber do sucedido, o irmão de Sara vingou-se raptando a esposa do rei, D. Urraca. Ferido no orgulho, D. Ramiro teria escolhido em Viseu alguns dos seus melhores guerreiros para o acompanharem, penetrando sorrateiramente no castelo, e deixando os guerreiros nas proximidades. Enquanto Alboazar caçava, D. Ramiro conseguiu entrar no castelo e encontrar D. Urraca que, sabendo da traição do marido, recusou-se a acompanhá-lo. Quando Alboazar regressou da caça, D. Urraca decide vingar-se do marido mostrando-o ao raptor. Ramiro, aprisionado e condenado à execução, pede para, como último desejo, morrer ao som da sua buzina, que era o sinal que tinha combinado com os soldados para entrarem no castelo. Ao final do sexto toque, os soldados cercam imediatamente o castelo, incendiando-o. Alboazar morreria às mãos dos soldados do rei Ramiro.
editar História
As origens de Viseu remontam à época castreja e, com a Romanização, ganhou grande importância, quiçá devido ao entroncamento de estradas romanas de cuja prova restam apenas os miliários (passíveis de validação pelas inscrições) que se encontram: dois em Reigoso (Oliveira de Frades), outros dois em Benfeitas (Oliveira de Frades), um em Vouzela, dois em Moselos (Campo), um na cidade (na Rua do Arco), outro em Alcafache (Mangualde) e mais dois em Abrunhosa (Mangualde); outros mais existem, mas devido à ausência de inscrições, a origem é duvidosa. Estes miliários alinham-se num eixo que parece corresponder à estrada de Mérida (Espanha), que se intersectaria com a ligação Olissipo-Cale-Bracara, outros dois pólos bastante influentes. Talvez por esse motivo se possa justificar a edificação da estrutura defensiva octogonal, de dois quilómetros de perímetro — a Cava de Viriato [5].
Viseu está associada à figura de Viriato, já que se pensa que este herói lusitano tenha talvez nascido nesta região. Depois da ocupação romana na península, seguiu-se a elevação da cidade a sede de diocese, já em domínio visigótico, no século VI. No século VIII, foi ocupada pelos muçulmanos, como a maioria das povoações ibéricas e, durante a Reconquista da península, foi alvo de ataques e contra-ataques alternados entre cristãos e muçulmanos. De destacar a morte de D. Afonso V de Galiza e Leão rei de Leão e Galiza no cerco a Viseu em 1027 morto por uma flecha oriunda da muralha árabe (cujos vestígios seguem a R. João Mendes, Largo de Santa Cristina e sobem pela R. Formosa). A reconquista definitiva caberia a Fernando Magno, rei de Leão e Castela depois de assassinar em 1O37 o legítimo Rei Bermudo III (filho de Afonso V) vencedor da batalha de Cesar em 1035 (segundo a crónica dos Godos).
Mesmo antes da formação do Condado Portucalense, Viseu foi várias vezes residência dos condes D. Teresa e D. Henrique que, em 1123 lhe concedem um foral. Seu filho D. Afonso Henriques nasceu em Viseu a 5 de Agosto de 1109. O segundo foral foi-lhe concedido pelo filho dos condes, D. Afonso Henriques, em 1187, e confirmado por D. Afonso II, em 1217.
Já no século XIV, durante a crise de 1383-1385, Viseu foi atacada, saqueada, e incendiada pelas tropas de Castela e D. João I mandou erigir um cerco muralhado defensivo[6] — do qual resta pouco mais que a Porta dos Cavaleiros e a Porta do Soar, para além de escassos troços de muralha — que seriam concluído apenas no reinado de D. Afonso V — motivo pelo qual a estrutura é conhecida pelo nome de muralha afonsina — já com a cidade a crescer para além do perímetro da estrutura defensiva.
No século XV, Viseu é doada ao Infante D. Henrique, na sequência da concessão do título de Duque de Viseu, cuja estátua, construída em 1960, se encontra na rotunda que dá acesso à rua do mesmo nome. Seu irmão D. Duarte, (rei) nasceu em Viseu, 31 de Outubro de 1391.
No século XVI, em 1513, D. Manuel I renova o foral de Viseu, e assiste-se a uma expansão para actual zona central, o Rossio que, em pouco tempo, se tornaria o ponto de encontro da sociedade, e cuja primeira referência data de 1534. É neste século que vive Vasco Fernandes, um importante pintor português cuja obra se encontra espalhada por várias igrejas da região e no Museu Grão Vasco, perto da Sé.
No século XIX é construído o edifício da Câmara Municipal, no Rossio, transladando consigo o centro da cidade, anteriormente na parte alta. Daí ao cume da colina, segue a Rua Direita, onde se encontra uma grande parte de comércio e construções medievais.
editar Geografia
Viseu tem uma posição central em relação ao Distrito e ao Município, localizando-se no designado "Planalto de Viseu".
É envolvida por um sistema montanhoso, constituído a norte pelas Serras de Leomil, Montemuro e Lapa, a noroeste a Serra do Arado, a sul e sudoeste as Serras da Estrela e Lousã, e a oeste a Serra que mais directamente influencia esta área, a do Caramulo. O município caracteriza-se por uma superfície irregular com altitudes compreendidas entre os 400 e os 700 m.
Situado numa zona de transição, o concelho apresenta um conjunto de microclimas. A Serra do Caramulo, localizada a oeste do Concelho, assume um papel de relevo em termos climáticos, ao atenuar as influências das massas de ar de oeste (embora o vale do Mondego[7] facilite a sua penetração). Assim, o clima de Viseu caracteriza-se pela existência de elevadas amplitudes térmicas, com Invernos rigorosos e húmidos e verões quentes e secos.
A maior extensão do município é composta por granitos, sendo esta rocha a principal responsável na formação dos solos existentes. Em menor percentagem ocorrem formações quartezitas e gneisses do pré-câmbrico e arcaico.
editar Rios
O município de Viseu é atravessado por quatro rios[8] :
editar Clima
Situando-se numa zona de trânsito apresenta um conjunto de microclimas. A montanha do Caramulo, que é localizada a oeste do distrito, assume um papel de quitação do clima que atenua as influências da massa em de ar que chegam de oeste (montando pelo vale do rio Mondego).
| Mês e ano[9] | Jan 2006 | Fev 2006 | Mar 2006 | Abr 2006 | Mai 2006 | Jun 2006 | Jul 2006 | Ago 2006 | Set 2006 | Out 2006 | Nov 2006 | Dez 2006 | Ano |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Temperatura Máxima (°C) | 13,2 | 17,2 | 22,4 | 26,7 | 32,2 | 31 | 36,6 | 35,2 | 36,9 | 26,5 | 20,5 | 13,8 | ? |
| Temperatura Mínima (°C) | -3,2 | -0,7 | -0,7 | 2,3 | 4,6 | 7,3 | 9,7 | 10,2 | 18,6 | 7,9 | 11,4 | 0,8 | ? |
| Chuvas (mm) | 43,1 | 118,8 | 165,3 | 98.8 | 0 | 37,8 | 16 | 58,6 | 106,9 | 273 | 257 | 149,6 | ? |
editar Vegetação
Era ainda sede da antiga província da Beira Alta, Viseu tem sido apropriadamente chamada Cidade do Verde Pinho, pois está rodeada de imensos pinheirais[10]. Subsistem, no entanto, extensas manchas de vegetação autóctone, especialmente soutos de castanheiros e carvalhos-negral. Em núcleos restritos, como a Mata do Fontelo, o Parque Aquilino Ribeiro ou a Quinta da Cruz, existem espécies exóticas e endémicas, conferindo à cidade um manto vegetal luxuriante.
editar Demografia
| População do concelho de Viseu e população em Portugal[11] | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Pop 1991 | Pop 2001 | Var 1991/2001 | Densidade Hab/Km² | ||||||
| Viseu | 83 601 | 93 501 | 11,8 | 186,5 | |||||
| Portugal | 9 867 147 | 10 356 117 | 5,0 | 112,2 | |||||
| População do concelho de Viseu (1801 – 2006) | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| 1801 | 1849 | 1900 | 1930 | 1960 | 1981 | 1991 | 2001 | 2004 | 2006 |
| 33699 | 36049 | 54047 | 61140 | 79890 | 83261 | 83601 | 93501 | 96810 | 98167 |
| Taxas de Natalidade e Mortalidade em Viseu e em Portugal[12] | |||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Natalidade em 2001 ‰ | Tx. Mortalidade em 2001 ‰ | ||||||||
| Viseu | 12,2 | 8,8 | |||||||
| Portugal | 10,9 | 10,2 | |||||||
A cidade tem três freguesias no centro histórico (São José, Santa Maria, Coração de Jesus), que contabilizam 21 555 habitantes e na cidade nova há mais seis freguesias (Abraveses, Orgens, Ranhados, Repeses, Rio de Loba e São Salvador) que contabilizam 29 028 habitantes, que totaliza 50 583 habitantes.
O perímetro urbano incluía além das anteriores mais cinco freguesias (Campo, Fragosela, Mundão, Vila Chã de Sá, São João de Lourosa e Fail), que contabilizam 17 065 habitantes, perfazendo no total quinze freguesias e 67 648 habitantes.
editar Município e organização administrativa
editar Freguesias
As freguesias de Viseu são 34[13] e são as seguintes:
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editar Cidades geminadas
- Viseu está geminada com:
editar Património
No Largo da Sé está localizada a Igreja da Misericórdia, que datada do século XVII e a também vestígios da antiga muralha[14].
editar Arqueologia
editar Arquitectura militar
- Muralhas de Viseu: Porta do Soar e Porta dos Cavaleiros, portas antigas de Viseu
- Paço da Torre da rua da Cadeia, hoje rua de D. Duarte
editar Arquitectura religiosa
- Sé de Viseu
- Igreja da Misericórdia de Viseu
- Igreja dos Terceiros
- Igreja do Carmo
- Igreja de Santo António (Viseu)
- Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Ribeira
- Igreja de São Miguel do Fetal
- Igreja do Seminário Maior
- Capela de Nossa Senhora da Vitória (Viseu)
- Capela da Via Sacra
- Capela de Nossa Senhora dos Remédios
- Capela de São Sebastião
editar Arquitectura civil
- Casa de D. Duarte
- Casa do Miradouro
- Paço dos Três Escalões - ocupado pelo Museu Grão Vasco
- Solar dos Condes de Prime - ocupado pelo espaço Internet
- Solar dos Condes de Treixedo - ocupado pelo Montepio Geral
- Casa de S. Miguel
- Casa do Rossio
- Casa de Henrique Felgar na Cava do Viriato
- Casa do Lago na Quinta da Machada (Cava do Viriato)
- Solar do Vinho do Dão - Antigo Paço Episcopal
- Edifício da Câmara Municipal
- Banco de Portugal
- Casa da Quinta da Cruz
- Palácio dos Melos, Hotel de charme de 5 estrelas
editar Cultura
Desde o século XVIII, Viseu passou a dispor de duas feiras: a de todas as primeiras terças-feiras de cada mês, que actualmente se realiza às terças-feiras, todas as semanas; e a Feira Franca, anual, cuja referência se tem durante um inquérito realizado para o Dicionário Geográfico de Luís Cardoso, em 1758, em que um cura da cidade afirma que as produções agrícolas da cidade «não só fazem a terra abundante mas sustentam por mais de doze dias, quatro ou cinco mil pessoas que efectivamente habitam nesta cidade pelo tempo da Feira Franca».
Alguns autores atribuem a criação da feira a D. Sancho I (1188) e a sua legalização por D. João I, mas foi D. Duarte que a transferiu para a Ribeira, mais tarde denominado Campo de Viriato, e para o dia 21 de Setembro, dia de São Mateus. A feira seria suspendida até ao restabelecimento por D. Afonso V, agora de duração de 15 dias, e com início a 20 de Outubro, a decorrer novamente dentro da Cava. Já no reinado de D. Manuel I, a feira é deslocada para o Rossio de Santo António, actual Praça da República e, mais tarde, retransladada para o Campo de Viriato, desta vez a decorrer entre 5 de Outubro e 8 de Setembro. Nos dias de hoje, a feira tornou-se também conhecida por Feira de São Mateus.
editar Museus
editar Museu Grão Vasco
As pinturas de Vasco Fernandes e de outros artistas da escola de Viseu, são apreciadas pelo seu naturalismo e pelas paisagens de fundo. O tratamento da luz revela uma influência flamenga. No terceiro piso do museu são exibidas as obras-primas que outrora adornavam um retábulo da catedral.
editar Casa Museu Almeida Moreira
O museu está instalado na casa que foi residência do capitão Francisco António de Almeida Moreira, a qual, com o recheio constituído por biblioteca e peças várias, pinturas, mobiliário, porcelanas e escultura, doou para museu-biblioteca patente ao público.
editar Outros museus importantes
- Museu de Arte Sacra na Sé de Viseu
- Casa da Ribeira - museu do artesanato ** Eco Museu Torredeita
- Museu Etnográfico de Silgueiros
- Museu Etnográfico de Vila Chã de Sá ** Solar do Vinho do Dão - museu do vinho
- Museu do Quartzo - museu do quartzo
- Museu Municipal de Viseu
- Museu Etnográfico da Cava de Viriato
editar Salas de espectáculos
-
- Teatro Viriato na Avenida Emidio Navarro com 400 lugares
- Pavilhão Multiusos de Viseu no Campo de Viriato com 2500 lugares
- Auditório Mirita Casimiro (Cine Clube de Viseu) na Rua Alexandre Lobo com 250 lugares
editar Galerias de Arte
Viseu tem 3 galerias de arte contemporânea e 3 espaços de exposição de arte contemporânea:
- Galerias:
- António Henriques
- 4 Montras
- Mitóarte - escola e galeria de arte
- Espaços:
- Pavilhão Multiusos - exposições temporárias
- Teatro Viriato - exposições temporárias
- Auditório Mirita Casimiro - exposições temporárias
editar Economia
editar Economia da Cidade
Viseu caracteriza-se como um centro administrativo, de comércio e de serviços. O sector agrícola ocupa apenas 2% da população activa, em especial na produção hortícola, fruta, designadamente maçã e viticultura, especialmente os vinhos maduros DOC Dão e os verdes de Lafões. Até à decada de 1980, houve a extração de minério de tungsténio e quartzo na exploração mineira do Monte de Santa Luzia, para alimentação da ENU - Empresa Nacional de Urânio e dos Fornos Eléctricos de Canas de Senhorim, entretanto desactivada.
O sector secundário, com uma actividade centrada em empresas de média dimensão, ocupa 16% da população. A indústria viseense produz, essencialmente, têxteis e têxteis-lar, mobiliário, metalurgia, máquinas e equipamentos industriais, agroquímicos e componentes automóveis. Importante, igualmente, a indústria da construção civil. O sector de serviços ocupa 83% da população activa.
Viseu pela sua importância regional, é há muito tempo chamada o centro comercial da beira, ora antes pelo seu imenso comércio, ora actualmente pela sua oferta diversificada de centros comerciais.
editar Pontos Comerciais
A Cidade de Viseu possui diversas áreas comerciais, entre as quais[15]:
- Palácio do Gelo Shopping: Inaugurado oficialmente a 15 de Abril de 2008, este é o terceiro maior centro comercial do país. Conta como lojas âncoras o Hipermercado Jumbo, Fnac, Rádio Popular, Izi, C&A, H&M, Sport Zone, T&R, Gucci, Natura, Polar e Brincar e ForLife, Desigual, Café em cada piso, repuxo de água que sobe até ao ultimo piso dando enormes prejuízos às lojas inferiores nomeadamente: Magnólia, Caixa Geral de Depósitos.. Das seis salas de cinema Zon Lusomundo, uma delas tem equipamento 3D. As principais atracções são o Bar de Gelo (único em Portugal e na Europa), a Pista de Gelo e ainda os Terraços Panorâmicos com vista para as Serras da Estrela e Caramulo. Catarina Furtado é a 'imagem' do centro comercial.
- Fórum Viseu: Aberto desde o feriado municipal de 2005, esta área comercial junta 82 superfícies comerciais, com a beleza do centro da cidade e também do Rio Pavia.
- Viseu Retail Park: Conta com 15 lojas. Situado na freguesia de Fragosela, foi aberto em Maio de 2007.
- Soima Multiusos:Área comercial com algumas lojas comerciais e ainda um pequeno SPA. Pertencente ao Grupo Soima.
- Viseu Shopping: Com a abertura do Continente no Viseu Retail Park, o Centro Comercial Continente de Viseu será alvo de uma profunda remodelação, ficando semelhante ao Centro Comercial Continente de Portimão. Terá 40 a 60 lojas e 6 salas de cinema.
Devido à existência cada vez mais de grandes centros comerciais foi lançada a ideia de se constituir um centro comercial a céu aberto só de comércio tradicional localizado na Rua Direita e transversais com 300 lojas (as existentes), instalando uma cobertura de vidro e melhorando as condições de estacionamento.
A ideia foi apoiada pelo Grupo Visabeira e pela Associação Comercial de Viseu.
editar Turismo, Festas e Efemérides
editar Feira de S. Mateus
A Feira Franca foi criada por D. Sancho I em 1188(não tendo esse nome inicialmente)[16]. havendo documentação a partir de 1392, passando mais tarde no séc. XVI a chamar-se Feira de S.Mateus. A história diz que a Feira Franca foi uma prenda de D.João I de Portugal, Mestre de Avis por Viseu ter sido uma única cidade portuguesa a estar a seu lado na crise de 1383-1385. A sua ligação não acaba aqui com Viseu tendo o seu filho D.Duarte nascido aqui e os seus filhos D. Henrique e D. Fernando sido os primeiros duques de Viseu.
Numa área de 18.000 m² estarão presentes cerca de 400 expositores e feirantes representando todos os sectores de actividade com relevo para o artesanato, à espera de cerca de um milhão de visitantes[17].São rejeitados em média 400 expositores por edição de feira, dizendo os feirantes que é a feira mais rentável em Portugal.
Em 2007, Viseu recebeu a 615 edição da Feira de S. Mateus[18].
editar Semana Académica
A Semana Académica de Viseu, ocorrendo normalmente na segunda quinzena de Maio, arrasta até à cidade milhares de pessoas para participarem nas diversas actividades, quer sejam familiares dos estudantes das diversas instituições de ensino superior, quer meros turistas curiosos. Não tendo uma tradição tão antiga como as suas congéneres de Coimbra, Lisboa, Porto ou Évora, a Academia de Viseu, já com cerca de 11000 alunos, promove eventos como a Serenata Monumental, o Cortejo Académico, o Encontro de Tunas ou a Benção das Pastas que se constituíram momentos importantes do calendário cultural da cidade.
editar Cavalhadas de Vildemoinhos
Todos os anos, na manhã de 24 de Junho, dia de São João, a cidade assiste a um cortejo alegórico com dezenas de carros alegóricos, cavaleiros, bandas musicais, majoretes e ranchos folclóricos, atraindo sempre mais de 50000 visitantes. A festividade remonta a 1652, surgindo como um agradecimento dos moleiros de Videmoinhos, aldeia então a cerca de 5 km da urbe, hoje bairro citadino, por lhes ter sido reconhecida a razão em tribunal numa querela relativa à utilização das águas do rio Pavia. Os moleiros, em trajes festivos, montavam os seus cavalos e seguiam em romagem até à capela de São João da Carreira, a montante no curso do rio.
editar Feira à Moda Antiga
Recentemente, outro evento passou a marcar a agenda cultural da cidade e a atrair inúmeros visitantes. Todos os anos, no feriado de 5 de Outubro, por iniciativa do INATEL, recria-se um mercado de venda de produtos tradicionais da região, nomeadamente olarias e tecelagens, ferragens, ferramentas agrícolas, produtos hortícolas, castanhas, enchidos, pão, mel e vinho do Dão, replicando a feira que, nos anos 20 e 30 do século XX, tinha lugar na Praça de Dom Duarte. Para além disso, assiste-se à actuação de grupos etnográficos e ranchos folclóricos.
editar Viseu Cidade Natal
Os festejos natalícios enchem as ruas da cidade de cor e turistas. As iluminações e as decorações das rotundas constituem-se como uma imagem de marca viseense. A Aldeia do Natal, em pleno Rossio, atrai os turistas para as barracas de comes e bebes e para os carrosséis. Ao longo de todo o mês de Dezembro, sucedem-se os encontros de cantadores de Janeiras e a animação das ruas da cidade com duendes e Pais Natais. Na última noite do ano, a Noite Encantada leva milhares de pessoas ao recinto da Feira de São Mateus para aí se despedirem do ano velho e darem as boas vindas ao novo, com um espetáculo piro-musical, iluminado com um esplendoroso fogo de artifício emoldurado pela paisagem nocturna do centro histórico e da Sé Catedral.
editar Transportes
A capital portuguesa (Lisboa) esta localizada a 292 kms de Viseu ; a cidade de Porto esta localizada a 133 kms de Viseu.[19]
editar Vias de comunicação
A requalificar
- 1ª Circular Sul, ligação Ramalhosa-Rio de Loba à EN 16.
- 1ª Circular Norte, ligação EN 229 - ligação Ramalhosa.
- Duplicação da EN 229 desde a 1ªCircular Norte à rotunda do Sátão .
- Requalificação da EN 229 entre a Rotunda do Sátão e o cruzamento para o Parque Industrial de Mundão.
- Duplicação da EN 2 desde o Lidl - Repeses até ao Bairro de Sta. Eulália.
- Duplicação da EN 16 desde o IP5 - Pascoal até à Avenida da Europa - Abraveses.
- Duplicação da EN 231 desde a rotunda de Teivas - S. João de Lourosa até ao Palácio do Gelo - Ranhados.
editar Ligações à cidade
A cidade é servida por uma complexa e completa rede viária, fazendo a ligação a todos os concelhos do distrito, bem como aos portos próximos, às fronteiras espanholas em Vila Verde da Raia e Vilar Formoso e às principais cidades portuguesas.
- A25 - (Aveiro até Vilar Formoso) Concluída em 2006, e sendo uma das mais importantes auto-estradas portuguesas, a A25 tem quatro saídas disponíveis para a entrada na cidade: Viseu Norte (IP5), Viseu (A24), Viseu / Nelas (EN231), Viseu Este (IP5).
- A24 - (Viseu até Chaves) Tal como a A25, tem quatro saídas disponíveis para a cidade: Moselos (EN 16), Viseu Norte (IP5), Viseu (A25), Fail (EN 2). Em 2011, estará pronto o último troço desta auto-estrada que ligará Viseu a Coimbra, reduzindo a distância entre estas duas cidades para 70km. O traçado deste último troço da A24 passará a oeste do actual IP3, passando por Vale de Besteiros, Mortágua e Souselas, utilizando apenas alguns trechos do actual IP3.
- IP3 - (Coimbra até Viseu) Com início num dos nós da A1, o IP3 percorre os distritos de Coimbra e Viseu. Em 2012, esta estrada será totalmente substituída, aquando da conclusão da A24.
- IP5 - Aquando da inauguração da A25, foi desqualificado da rede nacional de estradas. Usado ainda para ligação a alguns pontos da cidade. Apelidada anteriormente de Estrada da Morte, servirá da circular à cidade na concessão futura
- EN 229 - Ligação de Viseu ao Sátão, sendo uma das entradas da cidade com mais tráfego, em breve vai ter uma requalificação até ao Parque Industrial de Mundão (construção de 7 rotundas pela EP: PEM, Mundão, Catavejo, IP5, Travassós de Cima, 1ª Circular, Gumirães), sendo seguida de uma segunda requalificação, esta camarária que vai permitir a duplicação da via desde a 1ª Circular até à Estrada de Circunvalação.
- IC37 - Ligação de Viseu a Seia, substituindo a EN 231 que faz o mesmo percurso, sendo esta construída em perfil de via rápida, com três vias - perfil 1X1 com via de lentos em subida - (ligando o nó da A25 em Viseu ao nó do IC6 / IC7 em Seia).
- EN337 - Ligação de Viseu a Vouzela, e a Carregal do Sal.
- EN323 - Ligação de Viseu a Vila Nova de Paiva.
editar Aeroporto Regional de Viseu
O Aeroporto Gonçalves Lobato é uma estrutura que tem de momento 1200 m de comprimento com 30 metros de largura[20].
editar Autocarros
Viseu tem 24 linhas de autocarros urbanos[21] .
Tem mais duas linhas de mini autocarros eléctricos que não têm paragens pré definidas(linhas azuis):
1ª Circula pelo centro passando pelos mais importantes pontos comercias e históricos.
2ª Liga a Central de Camionagem ao Hospital de São Teotónio
editar Comboios
Viseu, juntamente com Bragança, é uma das duas únicas capitais de distrito dos países da antiga União Europeia dos quinze, que não tem uma serventia ferroviária.
A Linha do Dão, entre Santa Comba Dão e Viseu fechou em 1988, enquanto que a Linha do Vouga, entre Sernada do Vouga e Viseu, encerrou em 1990.
editar Educação
As escolas do ensino básico do 1º ciclo de Viseu têm 4527 alunos.[22]. Possui também jardins de infância.
Ao nível do ensino secundário, existem três escolas: Alves Martins, Viriato e a Escola Secundária Emídio Navarro. Ao nível do 2º e 3º ciclo existem oito escolas públicas:
- EB23 Azeredo Perdigão, EB23 Grão Vasco, EB23 do Viso, EB23 Infante D.Henrique, EB23 de Silgueiros, EB12 João de Barros, EB23 de Mundão e EB 2,3 de D. Duarte, Vil de Soito. Para além destas, funcionam três colégios privados: Colégio da Via Sacra, Colégio da Imaculada Conceição e EBIS Jean Piaget.
Viseu dispõe igualmente de ensino profissional na Escola Profissional Mariana Seixas, na Escola Profissional de Torredeita e na Profitecla.
editar Instituições de ensino superior
editar Públicas
editar Privadas
- Escola Superior de Educação Jean Piaget
- Escola Superior de Saúde Jean Piaget
- Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares de Viseu
- Universidade Católica Portuguesa
- Instituto Superior de Ciências Educativas de Mangualde
editar Biblioteca Municipal
A Biblioteca Municipal D. Miguel da Silva fica situada na Rua Aquilino Ribeiro. Foi inaugurada no dia 31 de Maio de 2002.[23]
editar Infra-estrutura
editar Equipamentos
- Salas de estudo
- Arquivo Municipal e Distrital
- Funicular
- Nova Feira Semanal
editar Espaços industriais
- Parque Empresarial de Lordosa
- Parque Empresarial de Mundão
- Parque Industrial de Coimbrões
editar Avenida da Europa
A avenida é um ex-libris da cidade nova de Viseu. Pretende consolidar urbanisticamente a cidade a Norte, criando uma nova centralidade na cidade e estendendo a cidade até Abraveses.
No total, apresenta 1,5 km de extensão, por uma média de 35 a 40 m de largura, sendo uma avenida especial em relação à maior parte existente em Portugal. Não sendo muito extensa, é de facto muito larga, ficando assim muito agradável para ser usufruída.
editar Parques e jardins
- Quinta da Cruz
- Parque Urbano da Aguieira
- Parque Linear do Pavia
- Parque do Fontelo
- Jardim das Mães
- Jardim de Santa Cristina
- Jardim Santo António
- Jardim do Paço dos Bispos
- Jardim Tomás Ribeiro
- Parque Aquilino Ribeiro
editar Fontes
- Fonte de S. Francisco
- Fonte Joanina
- Fonte das Três Bicas
editar Espaço Internet
A cidade de Viseu tem um Espaço Internet situado no Solar dos Condes de Prime[24].
editar Segurança
- Bombeiros Municipais na Avenida Alberto Sampaio
- Bombeiros Voluntários na Rua José Branquinho
- Polícia Municipal no Pavilhão Multiusos
- Polícia de Segurança Pública no Bairro do Serrado
- Guarda Nacional Republicana em Abraveses
- Protecção Civil
editar Desporto
editar Futebol
As equipas de futebol de Viseu são o Sport Viseu e Benfica[25] , Académico Viseu Futebol Club, Lusitano Futebol Clube, Repesenses, Futebol Clube de Ranhados, Grupo Desportivo de Abraveses e Dínamo da Estação (camadas jovens).
Os estádios de Viseu são o Estádio do Fontelo, localizado no parque Florestal do Fontelo e o Estádio dos Trambelos em Vildemoinhos.
editar Equipamentos Municipais
- Ecopista de Viseu
- Estádio do Fontelo
- Estádio dos Trambelos
- Campo Alves Madeira
- Campo 1º de Maio
- Campo da Quinta da Cruz
- Campo de Futebol de Sete do Fontelo
- Pavilhão Polidesportivo do Fontelo
- Complexo Municipal de Piscinas do Fontelo
- Campo de Ténis do Fontelo
- Polidesportivo do Fontelo
- Campo de Futebol de Cinco do Fontelo
- Pavilhão de Judo do Fontelo
- Circuito de Manutenção do Fontelo
- Pista de Corta-Mato
- Campo/Zona de lançamentos
- Cerca de 90 polidesportivos espalhados pelo concelho
- Pavilhão Desportivo Via Sacra
- Pavilhão Desportivo / Piscina - Vilabeira - Repeses
- Pavilhão Desportivo INATEL
- Pavilhão Desportivo Folgosa - Lordosa
- Pavilhão Desportivo do RI 14
editar Full-Contact
Modalidade desportiva promovida pela Associação Full-Contact de Viseu com sede na Quinta da Carreira, Freguesia de São José em Viseu, no ambito da sua longa e relevante actividade que, rapidamente se expandiu para além do distrito, dinamizando a pratica do Full-contact e mobilizando milhares de atletas de todos os distritos do país, originou assim, a fundação, também em Viseu, da Federação Portuguesa de Full-Contact.
Dos eventos realizados pela Associação Full-contact de Viseu, destaca-se pela sua dimensão e representatividade internacional o Ultimate Full Contact - Trofeu Feira de São Mateus realizado anualmente no Campo de Viriato inserido no programa da Feira de S. Mateus.
editar Gastronomia
Como toda a cozinha portuguesa, a gastronomia de Viseu é muita rica,é varia e baseia-se numa tradição que se mantém viva[26][27] .
editar Vinhos
- Vinho do Dão
- Vinho Regional Beiras
editar Carne
- Vitela assada com arroz de forno
- Cabrito assado
- Rojões com morcela e bauus cozidas
- Rancho à moda de Viseu
- Entrecosto com grelos e chouriço caseiro
- Arroz de feijão
- Arroz de carqueja
editar Peixe
- Bacalhau à lagareiro
- Trutas de escabeche
- Bacalhau assado na brasa
editar Doces
- Castanhas de ovos de Viseu
- Doces de ovos de Viseu
- Lampreia de ovos
- Pão-de-ló
- Leite creme
- Arroz-doce
- Pastéis de feijão
editar Comunicação
editar Televisão
A cidade de Viseu tem uma televisão regional VTV - Viseu TV, Lda, a funcionar na internet desde 2006. O site apresenta informações da região, mas dá igualmente atenção às actividades de índole sócio-cultural, económica e desportiva da região de Viseu.
editar Rádio
O concelho possui diversas emissoras de rádio de âmbito local e regional entre elas:[28]
- Rádio Limite - 89.0
- Emissora das Beiras - 91.2
- Rádio Lafões - 93.0
- Vouzela FM - 94.6
- Estação Diária - 96.8
- Viriato FM - 102.8
- Rádio Renascença Viseu - 103.7
- RCI (Raimundo Comunicações Independentes) - 105.5
- Rádio NOAR - 106.4
- Rádio Mangualde - 107.1
editar Jornais
Viseu possui diversos jornais impressos diários, semanais ou bi-semanais. São eles:[29]
- Classificados Portalviseu.com
- "A CIDADE" Distribuição Gratuita
- Diário Regional de Viseu
- Noticias da Região
- Voz das Beiras
- Notícias de Viseu
- Jornal Via Rápida
- Jornal do Centro
- Tribuna de Lafões
- Gazeta da Beira
- Jornal da Beira
editar Administração Local
- Presidente da Câmara Municipal - Dr. Fernando de Carvalho Ruas
- Presidente da Assembleia Municipal - Dr. António Almeida Henriques
Vereadores
- Dr. Américo Nunes - Ambiente e Segurança.
- Dr. José Moreira Amaral - Educação e Cultura.
- Prof. António da Cunha Lemos - Freguesias, Urbanismo e Obras.
- Dr. Guilherme Almeida - Juventude, Desporto e Tempos Livres.
- Dr. Hermínio Magalhães - Modernização Administrativa, Actividades Económicas, Recursos Humanos e Habitação Social.
editar Serviços
editar Equipamentos de Saúde
Viseu é uma cidade que conta com um hospital central, com uma clínica privada e três centros de saúde (desdobrados agora em cinco USF).
- Hospital de São Teotónio
- Clínica Privada
- USF :
- Grão Vasco em Jugueiros
- Viseu em Sta. Maria no edifício da segurança social
- Abraveses junto ao Continente
- Orgens junto ao Bairro de Sto. Estevão
- Rio de Loba em Travassós de Cima
A taxa média de mortalidade infantil é mais baixa no concelho de Viseu, é de 3,7‰, do que na região de Dão-Lafões, é de 4,8‰, o mesmo se registando para o indicador número de médicos por 1 000 habitantes com o valor de 3,8‰ no concelho e de 1,7‰ na região[30].
editar Estações de Correios
Viseu é servida por oito estações de correios, estando uma situada no centro, outra na vila de Torredeita e as outras 6 em grandes zonas habitacionais (Abraveses, Ranhados entre outras), faltando apenas uma na freguesia de Rio de Loba que é a segunda maior do concelho.
editar Outros
editar Viseenses ilustres
- António Barreiros de Seixas (c. 1520 – c. 1590)
- António Gonçalves da Costa (Sabugosa) (1889 - 1984)
- António Madeira (1913 - 2002)
- Augusto Hilário (1864 - 1896)
- D. Duarte, (1391 - 1438)
- Emídio Navarro (1844-1905)
- Francisca de Campos Coelho (1640 – 1708)
- Gaspar Barreiros (c. 1515 – 1574)
- Vasco Fernandes, Grão Vasco (c. 1475 - c.1542)
- Henrique Felgar (1893 - 1986)
- João de Barros (c. 1496 - 1570)
- João Victorino de Souza e Albuquerque (1767 – 1854)
- José Victorino de Souza e Albuquerque (1843 – 1916)
- Maximiano de Aragão (1853 - 1929)
- Manuel Ribeiro da Fonseca (1872 - 1942)
- Paulo Emílio de Sousa de Lemos e Menezes (1812 – 1870)
- Silvério Augusto de Abranches Coelho e Moura (1813 – 1896)
- Carlos Lopes (1947)
- Paulo Sousa (1970)
Notas e Referências
- ↑ Cidade de Viseu
- ↑ UMA POPULAÇÃO QUE SE URBANIZA, Uma avaliação recente - Cidades, 2004. Instituto Geográfico Português. Página visitada em 21 de Dezembro, {{{acessoano}}}.
- ↑
