Guerra

Guerra é um confronto sujeito a interesses da disputa entre dois ou mais grupos distintos de indivíduos mais ou menos organizados. A guerra pode ocorrer entre países ou entre grupos menores como tribos ou facções dentro do mesmo país (confronto interno). Em ambos os casos, pode-se ter a oposição dos grupos rivais isoladamente ou em conjunto. Neste último caso, tem-se a formação de aliança(s).

Diz-se guerra civil a um confronto que provoca uma onda de conflitos armados, programados ou planejados entre facções, partidos ou grupos de um mesmo povo, ou ainda a que ocorre entre povos ou etnias habitantes de um mesmo país. Expressões como "guerra econômica" e "guerra psicológica" designam também os confrontos diretos provocados pelos pequenos conflitos efervescentes, agudos com ações igualmente violentas mas sem o uso de armas, necessáriamente. O confronto ou a guerra pode ter motivos religiosos, étnicos, ideológicos, econômicos , territoriais , de vingança , ou de posse (quando um grupo deseja algo do outro).

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editar Tipos de guerras

  • Guerra diplomática - confronto político que considera-se o estado "ideal" da guerra, ou seja, uma guerra em que prevalece a diplomacia ou o entendimento entre os povos, a estratégia e a racionalidade do entendimento, não havendo inspiração de ordem emocional ou moralista. Geralmente encontrada em sistemas internacionais propícios ao equilíbrio de poder (vide relações internacionais), segundo Napoleão I, "...as guerras armadas nascem quando as guerras diplomáticas morrem..."
  • Guerra nupcial, de encadeamento ou Vingança - caracteriza-se por compreender uma nação inteira sob o objetivo de vencer uma guerra emocionalmente e psicologicamente envolvidos em um objetivo beligerante, nascido do confronto em si, gerado de disputas muitas vezes históricas ou sociológicas. Envolve a totalidade dos esforços bélicos, ideológicos, comerciais, etc., e inclui necessariamente um elenco subjetivo cultural, histórico e antropológico, nascidos da disputa política anteriores e necessáriamente de um líder constituído para tal fim que incorporiza tal espírito beligerante de um povo historicamente ofendido, quase sempre, como já foi dito de origem histórica, social, cultural, antropológica de justiça ofendida e de paixão culturalmente desenvolvida pelo ódio de classes ou culturas ou religiões tudo concatenado e encadeado num momento histórico, como se fosse uma grade panela de pressão que explodisse, por exemplo: a Alemanha nacional trabalhista de Adolf Hitler, a Itália, e o Japão, nações do chamado Eixo, de mesmo foco político, de Benito Mussoline, que queriam transformar o mundo, durante a Segunda Guerra Mundial,chegando a envolver ou encadear também o Japão, como queriam encadear outros teatros de guerra, nas palavras de Wiston Churchil.
  • Guerra de partida ou Ataque é a melhor defesa - a nação antecipa agressivamente o confronto, pelo conflito subversivo efervescente das massas, sem que existam provas consistentes o bastante para o justificar, antes do oponente do confronto. Ex.: invasão do Iraque, que culminou na queda de Saddam Hussein.
  • Guerra por procuração ou Doutrina- nações confrontam-se indiretamente, financiando os conflitos efervescentes subvertendo as massas populares, cujos resultados dizem respeito aos interesses delas. Ex.: ocasião em que os Estados Unidos da América financiaram a Grécia contra o avanço do comunismo (vide Doutrina Truman).
  • Guerra fria- nações digladiam-se através de corrida armamentista e tecnológica, espionagem ou subversão ou guerras por procuração doutrinária; por conflitos indiretos e subversivos com espionagem, sempre evitando o confronto direto, uma vez que este desencadearia uma situação sobre a qual as nações confrontantes não teriam controle, sobre a Guerra Nuclear ou Atômica, evidentemente, Terrorismo - Evidente(fim da Humanidade). Ex.: Estados Unidos da América X União das Repúblicas Socialistas Soviéticas de 1960 a 1984 (vide próximo tipo, "guerra nuclear").
  • Guerra nuclear ou Terror Atômico- tambrm conhecida como "terrorismo - estressante", em que foguetes de alcance mundial são utilizados para causar destruição total e irreversível no oponente(de 1960, John Fitsgerald Kennedy e Nikitta Krubshev em Cuba, Baia dos Porcos e início do bloqueio à queda do muro de Berlim em 1984). Jamais houve esse tipo de guerra na realidade, mas a ameaça do terror eminente, da espada de Demóscristo sobre a cabeça da humanidade sempre existiu, de haver o fim do mundo, o que inspirou de fato e de direito a Guerra Fria entre EUA(seus satélites) e URSS(e seus satélites), havendo o Terceiro - Mundo(em que o Brasil, a França, a Alemanha, Portugal, Espanha e outros países faziam parte). A primeira estratégia sugerida fora a "Destruição Mútua Garantida", ou "Mutual Assured Destruction" (MAD, "louco" ou "estressante"). Esta rezava que, se um lado atacasse, o outro revidaria, havendo apenas vencidos. Outra tática seria proposta pelos EUA: em último caso, atacar preventivamente alguns pontos estratégicos do inimigo, de forma a neutralizar uma possível reação nuclear deste. Esta seria conhecida como "Estratégia de Alvos de Uso Nuclear", ou "Nuclear Utilization Target Strategies" (ou apenas NUTS, "maluco").
  • Guerra biológica- devolve como tática de guerra o uso de agentes biológicos nocivos (vírus, bactérias, doenças, etc). Diz-se ironicamente que a conquista da América inaugurou a guerra biológica do passado, pois os europeus trouxeram consigo doenças que dizimavam as populações nativas das Américas; modernamente, segundo diversas fontes do Pentágono e muitas vezes comprovados com evidências, hoje forças políticas beligerantes, que sonham com outro estado de direito, utilizam-se dessa guerra, no envio de cartas e objetos pelo correio, após o ataque as torres gêmeas em 11 de setembro de 2001.
  • Guerra química - pela primeira vez usada no primeiro confronto mundial de 1914 a 1918 e que envolve a utilização de artefatos químicos, como gases venenosos como o mostarda, venenos ou de efeito moral como napalm. Ex.: Guerra do Irã e Iraque, como parte da Guerra do Vietnam.
  • Guerra subversiva, espionagem ou de guerrilha - é um tipo de guerra não convencional de confronto direto e general, no qual o principal estratagema é a ocultação secreta e extrema mobilidade de agentes autônomos, dos combatentes em digamos assim "bastidores", chamada mais propriamente de "guerra ou confronto de guerrilheiros"; pois "subversão" é encontrada em toda ou qualquer guerra, pelos próprios agentes de Estado. Ex.: FARC, na Colômbia, e em guerras urbanas modernas, contra os diversos tráficos ilegais que confrontam com a sociedade e cidadania, tentando formar um "Estado Paralelo", no exercício de poder, utilizado também pelos estados políticos que pregam a invasão ideológica religiosa.
  • Guerra psicológica ou de propaganda - a população (de qualquer das partes) é manipulada para conseguir obter o seu apoio pela panfletagem e propaganda. A manipulação pode ocorrer mediante a transmissão de informações falsas ou assistência médica,por exemplo. É guerra psicológica, a manobra em que o interessado detém a fidelidade do povo ao suprir-lhes precariamente, suas necessidades básicas sem intenção verdadeira de viabilizar soluções. Aparentando apoio e atenção, sem perder o foco voltado em mantê-lo (o povo) atado e fiel através do medo, ignora o fato que se trata apenas da manutenção de sua miséria sobrevivência. Dessa forma o interessado os mantém calados, passivos, inoperantes e gratificados. Mantendo-os temerosos com seu futuro e ignorantes de cultura e informações da verdade, o interessado não terá oponente, como exemplo temos a guerra psicológica de propaganda de Adolfo Hitler no passado e modernamente na propaganda do tráfego, tentando aliciar os cidadãos de bem em uma aventura duvidosa, temos em Himmler, o ministro da propaganda da nacional socialista trabalhista alemã, "Shults Stafellna(abreviatura partidária)", de Adolfo Hitler, que costumava afirmar sempre em seus discursos de apoio a tal guerra psicológica: "...uma mentira dita várias vezes, acaba se transformando-se em verdade, se não tiver respaldo legal que a negue..." É o princípio norteador da chamada guerra psicológica.

editar Curiosidades bélicas

Zonas do Mundo onde ocorrem conflitos armados
  • Alexandre, o Grande, ordenou que todos os seus soldados raspassem a cabeça e o rosto. Ele acreditava que a barba e cabelos longos poderiam facilitar a tentativa de uma degolada.
  • No Japão feudal, o exército Imperial tinha soldados especiais cuja a única missão era contar o número de cabeças de inimigos cortadas em cada batalha, para fins matemáticos e estatísticos censitários - estratégicos.
  • O lixo nuclear de usinas nucleares pode ser usado para revestir mísseis e bombas, causando danos ao adversário que durarão 2 mil anos. É usado em diversas armas recentes.
  • A guerra mais rápida da história durou 37 minutos. Uma esquadra inglesa decidiu ancorar no porto de Zanzibar, na África, em 1896, para assistir a uma partida de críquete. O sultão de Zanzibar não gostou e mandou que seu único navio atacasse os ingleses. Quando o navio abriu fogo, os ingleses o afundaram rapidamente e ainda destruíram o palácio do sultão, matando quinhentos soldados. Zanzibar se rendeu na hora e o sultão fugiu para a Alemanha.
  • Na Primeira Guerra Mundial, canários e ratos foram usados como cobaias pelos aliados sempre que se cavava um túnel nas proximidades da linha dos inimigos. Era para detectar a presença de algum gás, principalmente o mostarda venenoso, devido à guerra química que se iniciava.
  • o fósforo branco, agente químico que faz pessoas se inflamarem ao contato com o ar, continua sendo usado como arma até o dia de hoje mesmo por países desenvolvidos, apesar do Protocolo de Genebra.
  • Em 1969, eclodiu uma guerra entre El Salvador e Honduras durante um jogo eliminatório para Copa do Mundo de Futebol (a guerra do futebol)

editar Etimologia

O substantivo "guerra" deriva do vocábulo da língua gótica e saxônica wirro, que significa "Confronto"[1].

editar Ver também

Wikiquote
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editar Referências

  1. Verbete "guerra" do dicionário Priberam

editar Ligações externas