O culto imperial em Roma iniciou-se com Octaviano César Augusto, que era filho adoptivo de Júlio César. O imperador era assim visto como um Deus (augustus) e por isso muitos imperadores acrescentaram ao seu nome o título de augustus.

O culto imperial foi um dos factores da centralização e de unificação do Império Romano, encontrando resistências no Cristianismo, que por isso não foi aceite na sua fase inicial. Muitos cristãos foram perseguidos nos séculos II e III.


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